Durante o grande expediente da sessão desta quinta-feira, 30, o vereador Cássio Reis se pronunciou sobre áudios divulgados nos últimos dias contendo o registro de conversa sua com um morador do Povoado Macaúba, na qual os dois tratam de assuntos referentes a escola municipal daquela localidade.
Em seu discurso o vereador rebateu a representação protocolada pelo ex-secretário de saúde e candidato a deputado federal Ricardo Murad (MDB).
Não é a primeira vez que o parlamentar coroataense e principal opositor na Câmara Municipal do ex-deputado é representado judicialmente por ele, como podemos lembra que em 2012 colocou a sua bancada de advogados para tirar o mandato de Cássio Reis quando este trocou de partido, na intenção de possibilitar o mandato a sua suplente Maria de Dr. Francisco, mas não obteve a vitória desejada.
E mais uma vez, Ricardo Murad busca na justiça prejudicar o vereador que mais o combate na Câmara Municipal.
“Ricardo Murad prejudicou os funcionários públicos ao trazer para Coroatá na gestão da esposa Teresa Murad uma cooperativa que pagava R$ 120,00 por diária ao trabalhador que perdeu seu tempo de serviço e até hoje briga na justiça por seus direitos”, declarou.
O vereador disse ainda que não tem medo e que o candidato inelegível pode fazer quantas representações quiser contra ele, que tem certeza que a justiça o inocentará como fez em 2012.
Quanto ao conteúdo do áudio, o vereador questiona durante a conversa com um compadre seu, casado como uma funcionária da escola da localidade, este querer impor uma situação já discutida e aprovada em reuniões pela maioria
Em resposta ao vereador aliado de Ricardo Murad Zé Branco que questionou o vereador Cássio se para resolver o problema de emprego era preciso fazer reunião, Cássio declarou: “No povoado Macaúba eu faço reunião para pedir voto, para discutir os problemas da comunidade e para discutir as demandas de ocupação de espaços na educação e na saúde, para que a maioria sempre decida o que é melhor para sua comunidade, pois como vereador não imponho o que tem que ser feito ou um compadre meu querer ditar ordens não aceito o que vai prevalecer sempre e o que a maioria decidir”.
“Primeiro ele Galo não é nada na escola, pois não tem nenhum tipo de vínculo e outra quem ele pensa que é?, eu sempre vou obedecer a vontade da maioria”.
Em tom de brincadeira, referindo ao compadre do vereador Cássio, o líder de governo Raimundo Diogo (PT) ironizou dizendo: “Se suas conversas com seu compadre é exposta em grupos de WhatsApp, ter um compadre desse tipo não precisa nem ter inimigo”.
Retornando a falar sobre a representação do ex-secretário Ricardo Murad, vereador Cássio disse que o que faz e diz é provocado por suas muitas perdas de aliados que tem colecionado nos últimos meses e chororô antecipado de quem será derrotado nas urnas em outubro.
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